Category: Web


santa tia emília!

ela é uma fera no computador!!!

não vou dizer mais nada… tem que ir até o site e navegar…

http://www.visitmadeira.pt

fácil de navegar, 100% de interação… 360 graus de pura emoção.

uma forma moderna de chamar atenção para o turismo… tem que ver!!!

:)

parabéns para o governo português e para a empresa realizadora!

divirtam-se!

bjs,
ana laura

ps – parabéns para a tia emília que só manda coisa de primeira categoria!!!

ps2 – comentário nerd: é flash…

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Palestra na Campus Party

Salve!

depois de uma semana na campus party, despluguei no domingo… tá doido!! foi uma loucura, mas foi muito legal!

um grande beijo para todos que passaram no stand do senac e fizeram sua montagem ou assistiram à palestra na arena, brigadão!!

aqui uma parte da galera do senac… são uns perdidos mesmo :) (clique para ampliar)

lost_senac

>> o início da brincadeira do lost quem mandou foi o adilson freitas lá de campinas… eu só ampliei um tiquinho, hehehehe

>> um enorme beijo para esta equipe fantástica do senac que mesmo no meio de tanto trabalho arruma alegria para brincar!!

:)

e aqui a palestra seguida de um resumo da pós em web do senac.

*

*

divirtam-se!

bjs,
ana laura

ps – para a mocinha de presidente prudente e quem mais interessar: links das outras palestras sobre negócios na web.

http://www.slideshare.net/ana_laura/viabilizando-negocios-na-web-senac-tito

http://www.slideshare.net/ana_laura/viabilizando-negcios-na-web (campinas)

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Campus Party 2010 chegando…

frio na barriga… tá chegando a campus party 2010.

ontem foi a coletiva de imprensa.

acampanhei ao vivo on line, bem legal, é a TV campus party (http://tv.campus-party.org/). aliás, é bom você anotar este endereço se tem interesse no evento mas não consegue participar. é que este canal estará aberto em tempo integral fazendo transmissões do evento. assim todos podem participar, bacana, não?

olha só, se você não conhece ainda, os números são assustadores. a galera que fica acampada é a mesma: 6.000. isso mesmo, acampados. barracas… da galera que visita, no ano passado, foram 108 mil pessoas. pelamor!! é gente que não acaba mais!

outro dia conto mais detalhes!

bjs,
ana laura

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criança com cara de dúvida

ó duvida cruel…

estamos já com uma porção de gente usando HTML5, mas nem está homologado ainda…

já tem uma porção de gente usando o CSS3, mas também não está fechado ainda…

somos _mesmo_ a sociedade imediatista da qual o gil giardelli tanto fala… ô dó…

*

bem, tratando-se de projetos web, temos que lidar com a realidade, sempre! o quanto nos custa tanta velocidade? é viável?

para nos ajudar a responder a estas questões é sempre bom lembrar que os navegadores que usamos estão também caminhando nesta direção… portanto o uso das novas tecnologias deve estar sempre de olho nas tabelas de referências de compatibilidade de tecnologias que relacionam “o-que-funciona-na-onde”. com as listadas abaixo:

outro lembrete importante é: não obrigue o seu usuário a atualizar-se… tem gente que nem sabe o que é um navegador!! conheça o seu público! :) acho que já disse isso umas dezenas de vezes… mas este sempre é o ponto mais importante. sua geladeira não fica pedindo para você fazer nada, ela dica apenas lá, funcionando. a tecnologia deve ser transparente para o usuário.

com estas duas idéias na cabeça fica mais fácil tomar determinadas decisões.

agora, se você ainda está em dúvidas… fique tranquilo, dúvidas todos temos!

bjs,
ana laura

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___ metro_zl

olhando as duas fotos, que vieram de diferentes reclamações matinais via twitter, uma sobre a fila no café do aeroporto e outra sobre o metro na zona leste de são paulo… pensei com os meus botões: contexto de uso é tudo!! são duas reclamações super importantes: para quem as fez!! atenção: são igualmente importantes. dentro do contexto de uso, as reclamações são pertinentes!

não quero levantar bandeiras políticas e sociais, pois isso seria comparar as duas reclamações… oras, comparando, as reclamações da somália devem ser muito mais importantes que estas!! e os desabrigados nas enchentes recentes de são paulo?! o que quero dizer, e abrir os olhos, é que uma reclamação deve ser sempre levada a sério no caso de projetos web (em todos os outros casos também).

muitas vezes, ao recebermos uma “reclamação” à respeito de um projeto nosso, pensamos: como o cara não achou a informação? estava lá! ou então, por que um botão maior? o menor fica tão mais adequado ao layout! mas nós nos esquecemos do contexto de uso… não seremos nós os usuários de nossos projetos na web… são outras pessoas, em outros lugares, com outros equipamentos e outros valores e graus de conhecimento e simpatia por sistemas web!!

leve a sério as queixas dos usuários e ponha a cabeça para pensar… é um erro? qual o porquê da dificuldade? em que contexto ela aconteceu? é possível evitar? onde posso melhorar para esta pessoa?

em seguida, analise com o “dono de fato” do site (se você é apenas o webmaster ou parte da equipe de execução) e verifique a real necessidade e possibilidade de fazer tal alteração. baseado na reclamação e nos estudos de impacto que tal “arrumação” pode causar. tudo bem medido e negociado e não um simples: porque tem que fazer ou o inverso: usuário reclama de tudo não vou fazer nada. tais estudos ajudam a avaliar viabilidade, preços e prazos para alterações. pensar antes de agir é sempre a melhor opção.

bjs,
ana laura

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mulher pensando em frente ao computador

Bem, como eu adoro o tema, este artigo veio bem a calhar…

Tradução do artigo da carsonified, rob mills.

Escrevendo para a Web.

Escrever para a web é um desafio. Existe o problema comum de restrição ao comprimento das palavras, o fato dos usuários darem uma olhada por cima antes de ler cada palavra e, ocasionalmente, diretrizes de estilos que devem ser respeitadas.

Existem dicas on-line suficientes para que você fique lendo por mais tempo do que gostaria. Aqui estão as 10 dicas que foram mais úteis para mim:

  1. Conheça o seu público

    Pode paracer óbvio, mas é melhor garntir. A única maneira de escrever de forma relevante, para o público certo e no tom correto é entendendo quem é sua audiência. Dependendo de onde seu público está, você poderá incluir expressões locais ou se estiver escrevendo para o grande público seja específico como em questões de moedas. Se forem dólares americanos, especifique desta forma. Se for Cardiff no país de Gales, diga desta forma, pois há Cardiff na Nova Zelândia e outros países.

  2. Decida: por que você quer escrever?

    Relacionado à dica anterior, assim como conhecer para quem você está escrevendo, saiba para que você está escrevendo para eles. É para que eles registrem-se em algo, perduadí-los a comprar alguma coisa, fornecer informações ou levá-los a assinarem alguma coisa?

    Sua resposta a estas questões irão determinar por que você escreve.

  3. Manchetes

    Uma manchete bem pensada e clara pode aumentar em até quatro vezes o interesse do que uma pobre. Manchetes não devem ultrapassar 7 palavras e devem ser escritas no presente.

  4. Caixa alta

    Evite usar TUDO EM CAIXA ALTA para que seu texto não fique 57% mais comprido de ser lido. Evite também que cada palavra comece com letra maiúscula em seus títulos.

  5. Escolha as palavras certas

    Certas palavras podem atrair a atenção do leitor, enquanto outras podem distraí-lo. Palavras que as pessoas gostam incluem pensativo, imaginação, progresso e ambição. Palavras menos populares incluem disputa, fracasso, fraqueza e extravagante.

    Use contrações. Isto é, use “you’re” ao invés de usar “you are” e “doesn’t” ao invés de usar “does not”. Algumas pessoas acham que as contrações empobrecem o inglês, elas dão ao texto um ar menos formal e mais descontraído que é frequentemente o tom de voz e o estilo necessários para a web.

  6. Siglas

    Evite usá-las se possível. Seria leviano assumir que todas as pessoas que visitam o seu site entenderiam o significado de qualquer acrônimo que você use. Entretanto, isto está relacionado ao conhecimento que você tem de sua audiência. A mesma regra é aplicada aos jargões, evite sempre que possível eliminando complexidades desnecessárias.

  7. Pontuação

    Minimize a pontuação o melhor que você puder. Sinais de pontuação podem ser difíceis de se discernir em telas, especialmente o ponto e vírgula, portanto tente usar vírgula e frases mais curtas.

  8. Links eficientes

    As palavras que são links tendem a sobressair ao texto comum, portanto seja relevante e motive o usuário a partir para a ação e clicar. Eu não gosto de “clique aqui”, mas se for usado, será mais eficiente se acrescido de algumas informações contextuais, por exemplo “clique aqui para solicitar um empréstimo”. Desta forma o usuário saberá exatamente para onde será direcionado.

  9. O comprimento certo

    Mantenha suas frases curtas. Se estiverem muito longas o interesse do leitor irá diminuir e sua mensagem ficará confusa. Uma regra prática é que as frases devem permanecer entre 15 a 20 palavras de comprimento. Por gentileza, não conte todas as minhas frases neste artigo, no caso de que eu tenha quebrado esta regra!

    Parágrafos devem ter no máximo 5 linhas de comprimento ou profundidade. Além disso, uma boa medida para menter-se assim é que não deve haver mais de 3 sentenças por parágrafo.

    Torne o seu texto mais digestível usando sub-seções, títulos e listas quando apropriado. Se usar listas, tente não ultrapassar 6 itens em cada uma.

  10. Revisão

    Outro ponto óbvio mas nem sempre levado em conta. Revisão e edição devem ser algo natural quando se começa a escrever. Se um usuário está concentrado em seu texto e aparece um erro é provável que imediatamente haja uma quebra de conexão entre ele e o seu site.

*

Só para lembrar… regras foram feitas também para serem quebradas!!! hahahahaha

A regra máxima é seja relevante. Se você sabe o que está fazendo, se você sabe por que está fazendo, não exite: quebre as regras! Bem, talvez, antes de sair por aí escrevendo que nem doido, seja bom conhecer as regras… se não você nem sabe se as está seguindo ou quebrando!!!

:)

Quem gostar do tema pode ver o que tenho guardado no meu delicious!

bjs,
ana laura

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Este é o segredo… Não acredita?

veja as dicas de:

e de:

fica aqui o meu grande agradecimento pela atenção do Patrick Sinclair (que vai ganhar post especial na semana que vem), da BBC, que enviou a dica “Designing for your least able user“, como diz o slide 48: “share the love”! always!!

:)

bjs,
ana laura

ps – só apra lembrar… muitas das dicas de construçào de páginas válidas para o bilionário cego google também são fundamentais para acessibilidade…

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fiquei chocada com a notícia… até lá?! e depois a gente fica achando que “os mais velhos” tem mais sabedoria… nem sempre, nem sempre…

o causo é que a espanha está fechando as portas para a liberdade. pode parecer radical a informação, mas pensa bem… a sua liberdade acaba onde começa a do outro, certo? eu posso ir até onde não interfiro na vida alheia, pois eu não sou melhor que o outro e nem vice-versa. princípio da igualdade. ok. mas… o que acontece nos conflitos, quando há jogo de interesses? quem define o que acontecerá com os envolvidos? e com a informação? o que eu escrevo é meu ou não é? e se eu quero liberar? e se eu escrevi mas estava sendo paga por um jornal? e se está na web? a história tem muitas nuances, muitas variações sobre o tema, as tais 256 escalas de cinza entre o preto e o branco… o interessante é ter uma regra que se adapte a todos os casos (do preto ao branco) e, principalmente, um avaliador ou mediador isento, neutro, apartidário, incolor (ou 100% colorido). quem é este mediador? o governo? a sociedade civil? uma ong? os advogados? meu pai? não é fácil o assunto, por isso é que precisa ter cuidado…

mas vamos ao caso:

só para constar… aqui no brasil temos a chance de fazer diferente. nós, mocinhos de pouco mais de 500 anos, depois de muita gritaria contra o projeto azeredo, temos uma iniciativa excelente para pensar de forma democrática sobre nossas regras para a web, a saber:

fique de olho e participe!

ah, já que é pra participar, você sabia que o brasil tem um portal de prestação de contas dos gastos da união? fique de olho neste também!

bjs,
ana laura

nota importante ->  hoje, em brasília, no evento “Acesso à Informação, Serviços Eletrônicos e Cidadania“, serão discutidos os temas transparência e dados abertos. é esperar e acompanhar o resultado.
projetos relacionados ao processo:

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Cidadanias e Redes Digitais #4

[continuação]

[sobre a dominação das rádios, o que era livre e de todos passou a ser "pago/patrocinado" e pertencente a um monopólio
tim wu cita como exemplo a AT&T]

- AT&T:
• começa a transformar o rádio para um modelo mais comercial
• cria uma transmissão nacional além da local
• poder da centralização
• vira NBC
• usa o rádio para trasmitir sua ideologia [em cadeia nacional... você conhece alguma outra empresa que faça isso?!]

- a radio nazista usa o mesmo desenho de “centralização totalitária” da AT&T

- por isso é TÃO importante a neutralidade da rede!

- o que você recebe [lê, escuta, vê] determina o que você se torna

- a internet está entre a fase da abertura e da dominação
[lembrando: invenção > fundamentação > abertura > dominação]

- é preciso evitar o cartel e o monopólio

- é preciso fazer diferente!

*

fim da apresentação do tim wu, mas tem mais cidadania e redes digitais!

*

uma apresentação sobre a história do rádio na américa, para contextualizar melhor a fase de dominação pela qual o rádio passou por lá.

early radio history

View more documents from mike05.

bjs,
ana laura

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Cidadanias e Redes Digitais #3

[continuação]

- sobrevivência de uma tecnologia:

• Graham Bell [na verdade Antonio Meucci] inventa o telefone [o inventor morre e a tecnologia permanece]

• Western Union critica violentamenta o telefone

[coleção de frases: "Esse tal de telefone tem muitas deficiências, para ser considerado seriamente como um meio de comunicação. O aparelho não tem nenhum valor que nos seja inerente." (Memorando interno da Western Union, em 1876)]

[aqui é legal, pois a empresa de Graham Bell, em 1879, compra a WU... tá na wikipedia...]

- as novas tecnologias nascem às sombras das grandes empresas

- thomas edison e a indústria cinematográfica:
• cartel da indústria do cinema
• filmes duram 10 minutos
• atores não tem crédito
• tudo o que pode ser remotamente perigoso é banido [isso vale para qualquer coisa e lugar !! ]

[mais coisas sobre isso: wikipedia, suas invenções, aqui uma versão legal, o site sumiu, só tem o cache do google]

- as consequências do império da informação

- monopólio da comunicação [hitler que o diga...]

- o governo pode ser comparado às grandes indústrias…

- quem desafiou o cinema de 10 minutos?
fox | paramount | warner | universal

- quebra constante do império da informação

- paralelo com a neutralidade

- nos anos 20 os broadcastings eram das rádios:
• baixo custo
• só para conversar
• discurso + familiar, + íntimo (no caso dos políticos)
• não haveria gritaria, todos seriam razoáveis [uma alusão do efeito do uso do microfone: não é necessário gritar]
• a humanidade ficaria mais inteligente [mais gente ouvindo, mais comunicação = mais inteligência... a gente sempre acha isso...]

- logo após este período, o rádio foi dominado por algumas indústrias
[isto reforça a idéia de: invenção > fundamentação > abertura > dominação]

eu escrevo + sobre isso amanhã!

bjs,
ana laura

ps – para saber mais sobre cinema:

*

*
aqui um paralelo do que acontecia no rádio no brasil

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