A Web na TV

Posted on dezembro 19, 2011

é muito divertido ver a forma como a web invade a TV.

já não é de hoje que as empresas exclusivamente Web estão veiculando campanhas na TV. mas tem algumas que são muito caprichosas, como é o caso da OLX.

uma camapanha muito simples, mas ao mesmo tempo muito provocante! é o resultado do mix entre duas mídias diferentes mas que tem o mesmo poncomum: o consumidor.

você pode ver uma forma tradicional de estrutura familiar, assim como nas propagandas de margarina, mas com um toque da realidade moderna.

a nova camapanha do “desapega” é também muito bem humorada!

nada melhor do que um toque de bom humor para conversar com o consumidor!

um consumidor moderno, mas que sabe o que quer. caras felizes, sim, mas com muito charme. o público alvo são os jovens, mas responsáveis…

a escolha do tema tem tudo a ver com o site. de uma forma muito bem humorada a campanha convida o consumidor a usar seu produto! o “desapega” também é uma expressão muito usada em comunidades e recebeu ainda mais resultados nos últimos 12 meses:

resultado google insight para o termo “desapego” no mundo
{clique na imagem para ampliar}

o interesse geral agora teve um adicional por causa da campanha. uma analise somente no brasil revela o aumento da busca:

estas são métricas simples para se avaliar o resultado. o aumento na busca por um termo leva a crer que a campanha teve sucesso! logicamente, em se tratando de brasil, é preciso um olhar mais criterioso, e o próprio google insight ajuda:

logicamente, há outras métricas, como por exemplo a quantidade de “page-views” no próprio canal da OLX:

mas estes valores são relativos, pois existem formas de se veicular um vídeo sem passar pelo canal, portanto mais pessoas podem ter visto os filmes do que os valores mostram.

existem outras formas de se avaliar e medir o sucesso de uma campanha, com certeza a OLX tem os dados de acesso ao site antes e depois da campanha, o que deve medir o aumento das visitas. além dos números de usuários que efetivamente passaram a usar o serviço depois da campanha.

além de um produto de qualidade, uma campanha de qualidade faz toda a diferença!

não basta só colocar no ar, é preciso acompanhar para avaliar o sucesso e ter parâmetros para futuras ações.

divirtam-se!

bjs,
ana laura

uma revista e um celular…

Posted on maio 01, 2011

muito, muito muito legal!!!

isso sim é crossmedia :)

QR CODE – Content-rich Resume from Victor petit on Vimeo.

(via adMe)

Ler deveria ser proibido

Posted on agosto 31, 2010

é extremamente perigoso… tranforma as pessoas…

:)

nada é por acaso. esse vídeo chegou até minhas mãos pelo trabalho maravilhoso de fátima franco. parabéns querida! vc é D+!!

> Campanha de incentivo à leitura idealizada e produzida por: Deborah Toniolo, Marina Xavier, Julia Brasileiro, Igor Melo, Jader Félix, João Paulo Moura, Luciano Midlej, Marcos Diniz, Paulo Diniz, Filipe Bezerra. (Alunos do 2ºano – turma pp02/2003 – do curso de Publicidade e Propaganda da UNIFACS – Universidade Salvador). Adaptação do texto de Guiomar de Grammont.

bjs,
ana laura

“novas” experiências – mobilidade e realidade aumentada

Posted on dezembro 21, 2009

revista proxxima – http://proxxima.digitalpages.com.br/

folheando a proxxima de nov/dez 09, vi a chamada sobre a realidade aumentada…

proxxima_realidade_aumentada

confesso que achei estranho… para quem acompanha a martha gabriel e aplicativos online e a plataforma layar, isso não é “vai dar” ou “não vai dar”, já deu e está sendo usado. ponto. vai mudar, melhorar, com certeza, ser mais usado ainda. é assim com todas as teconologias. elas são disponibilizadas, caem no gosto de quem usa e de que cria e então evoluem, e muito, vide o twitter. no caso dos aplicativos móveis, o que seria legal que acontecesse é serem mais universais, e não restritos à “meia dúzia” que possui aparelhos sofisticados… ou (mais legal ainda) que o preço dos aparelhos fossem mais acessíveis!!!

na mesma revista, umas páginas adiante, surge a notícia de que …

“a mobile marketing association cria novos formatos e especificações de publicidade para o setor”

ao verificar o conteúdo: alturas e larguras, em pixes, destes novos formatos! era o bom e velho banner!! olha que coisa de maluco!!

modalidades:
mobile web banner (imagem estática), wap 1.0 banner (imagem p&b) e anúncio em texto
medidas:
banner X-large (300x50px 5KB_gif|pgn|jpg 7,5KB_animated_gif)[24 caracteres],
larger banner (216x36px 3KB_gif|pgn|jpg 4,5KB_animated_gif)[18 caracteres],
medium banner (168x28px 2KB_gif|pgn|jpg 3KB_animated_gif)[12 caracteres],
small banner (120x20px 1KB_gif|pgn|jpg 1,5KB_animated_gif)[10 caracteres].

e isso é sério, muito sério… o velho ainda está aí, com força total!! neste ponto, até faz sentido perguntar se vai rolar ou não a realidade aumentada… assim próximos, o (tão) velho e o (tão) novo, faz a gente pensar no assunto… como fica a mobilidade no Brasil? com o custo do aparelho, custo da chamada… quem paga esta conta para que novos modelos de publicidade possam ser criados além do banner? para que a realidade aumentada possa ser mais utilizada por mais pessoas…

outro ponto importante, tem banner mas tem muito mais coisa para se fazer no celular!! muito mais mesmo!! olha isso:

o que realmente importa é ser pertinente! usar um velho conceito e um novo equipamento é sempre o primeiro caminho, é razoável que seja assim, mas não deve ser o único. seja original e criativo, seja pertinente e, especificamente no caso do celular, seja relevante. a conta ainda é cara para despejar no cidadão bobagens inúteis…

bjs,
ana laura

real + virtual = cross media life

Posted on dezembro 15, 2009

bossa in love

vi a chamada simpática logo cedo no twitter e fui ver o que era… me deparei com esta doce informação. logicamente que irei retornar às 8pm… mas agora já sei o que vai acontecer:

O projetinho de final de ano da Bossa Nova está bem simpático. Convida as pessoas a mandarem sua mensagem em texto ou desenho das 20hs a uma da manhã para que ela seja projetada na fachada da produtora.  Para fazer isso basta entrar aqui: http://bossa.in/love. Já foram mais de 700 desenhos em 6 horas de ação. É provável que depois este material vire um livro, uma exposição ou algo assim.

super bacana, não?! é isso aê… a gente acha fofo e nem estranha mais: faço no virtual que realiza no real. e tem gente que ainda acha que existe separação entre uma coisa e outra… affff.

bjs,
ana laura

O profissional web e a acessibilidade – Patrick Sinclair

Posted on dezembro 14, 2009
Patrick Sinclair na Conferencia WebBR2009 (foto: Fuliana Molina)

Patrick Sinclair na Conferencia WebBR2009 (foto: Juliana Molina)*

O papo é com uma pessoa 1/2 a 1/2 – Patrick Sinclair.
Isso porque ele é metade português e metade inglês.
Bem, o fato é que esta mistura o fez inteiramente gentil, simpático, educado e inteligente, muito inteligente!!!

Patrick é engenheiro de software na BBC, mais especificamente nos projetos de áudio e música. este programador já fez muita coisa na vida e trabalhou bastante para boa parte do sucesso da BBC na web que são os dados correlacionados (aqui o próprio patrick explica um pouco sobre o assunto e aqui o tiago dória faz um resumo sobre o assunto). este ano ele esteve na primeira conferência web w3c brasil falando sobre este trabalho (slides da palestra propriamente dita, material gravado na iptv cultura em 25/11 #1, material gravado na iptv cultura em 25/11 #2, material gravado na iptv cultura em 25/11 #3, e um resumo de rafael tosta sobre o tema).

Assistindo sua palestra, fique com a impressão que era tudo muito ligado à acessibilidade e usabilidade… Fiquei pensando também qual seria o perfil daquele moço, era um programador muito diferente dos que estava habituada a encontrar. Sendo assim, combinamos umas perguntas por email e o que segue são suas respostas.

Ah, aqui estão os links enviado pelo Patrick, antes mesmo que eu enviasse as perguntas, que são referentes ao trabalho de acessibilidade nos projetos da BBC. Uma das perguntas vai fazer referência à eles… Se preferir, dê uma olhada antes.
(Uma parte eu já divulguei em outro post… Mas tem coisas que valem a pena ser repetidas!)

Estes sao ums blog posts que o Michael Smethurst (@fantasticlife no twitter) escreveu sobre acessibilidade que sao capaz de ser uteis:
http://www.bbc.co.uk/blogs/radiolabs/2009/03/designing_for_your_least_able.shtml
http://www.bbc.co.uk/blogs/radiolabs/2009/01/how_we_make_websites.shtml

Aqui estao ums sitios sobre as standards and guidelines que sao usadas no site da BBC:
http://www.bbc.co.uk/guidelines/futuremedia/desed/visual_language.shtml
http://www.bbc.co.uk/guidelines/futuremedia/accessibility/

:)

Deixo aqui, antecipadamente, o meu muitíssimo obrigada ao @metade, que por inteiro é muito giro!!

***

[iniciando suas respostas... ]

Vou tentar responder as suas perguntas… A coisa para lembrar e que isto e a perspectiva do nosso departamento na BBC que foi usado para construir os sites de /programmes e /music.

> o que você pensa da mistura programador + designer = deviner (developer + designer)?

Eu acho que depende da escala dos projectos – um deviner de certeza
pode construir sites espectaculares mas haverá áreas em que não se
pode aprofundar em termos de escala, performance, etc… e.g. para um
Flickr ou um Facebook será preciso grandes conhecimentos de engenheira
de software para conseguir escalar para tantos utilizadores.

> este é um perfil desejado para o profissional de planejamento Web?

Pois, depende da escala. Para projectos pequenos-médios é fabuloso
porque não é preciso de tanto overhead em comunicação, a visão vem
toda da mesma pessoa e assim pode ser feito grandes trabalhos.

Mas para sites de maior dimensão será preciso especialidades mais focadas.

> falando especificamente da sua rotina na BBC…
> as regras são mesmo legais?
> não são chatas e acabam cortando a criatividade?
> as equipes brigam com as regras ou elas já estão “no sangue”, ou seja, todo mundo segue naturalmente?

Sim, as regras em termos de acessibilidade etc são levadas bastante
seriamente – temos uma audiência enorme e diversificada e por isso
temos de suportar todos os nossos utilizadores, não há mesmo maneira
de evitar isto.

As vezes chegam a cortar com a criatividade, mas há tb há praticas que
se podem usar, e.g. graceful degradation.

Por causa da maneira que a BBC é licenciada, todos temos a noção da
razão das regras (i.e. acessibilidade), por isso geralmente pode-se
dizer que esta no nosso sangue!

> e com relação ao fluxo de trabalho?
> a equipe é muito grande?
> é interdisciplinar?

Geralmente para o nosso departamento há equipas interdisciplinares de
+/- 6 pessoas:
* 1 technical project manager
* 1 designer
* information architect
* 1 client side developer (responsável pelo html, css, javascript)
* 2 software engineers (responsável por base de dados, codigo etc)

> e você? o quanto você sabe de cada coisa?

Eu sou programador, mas talvez tenha uma certa aptitude para
information architect.

> quais linguagens, tecnologias, psicologias e filosofias você sabe para
> realizar o seu trabalho?
> … se é que precisa de tanta coisa assim :)

Nos usamos:
* SCRUM como metodologia de project management
* Domain driven design para a concepção dos sites de /music e /programmes
* Ruby e Perl para programação (embora que uma plataforma nova usando
Java e PHP esta a ser introduzida)

Não sei se há muito mais! Senso comum?

**

novamente um grande obrigada ao patrick por sua generosidade em responder tão prontamente à minhas questões!

bjs,
ana laura

Escrevendo para a web

Posted on dezembro 07, 2009

mulher pensando em frente ao computador

Bem, como eu adoro o tema, este artigo veio bem a calhar…

Tradução do artigo da carsonified, rob mills.

Escrevendo para a Web.

Escrever para a web é um desafio. Existe o problema comum de restrição ao comprimento das palavras, o fato dos usuários darem uma olhada por cima antes de ler cada palavra e, ocasionalmente, diretrizes de estilos que devem ser respeitadas.

Existem dicas on-line suficientes para que você fique lendo por mais tempo do que gostaria. Aqui estão as 10 dicas que foram mais úteis para mim:

  1. Conheça o seu público

    Pode paracer óbvio, mas é melhor garntir. A única maneira de escrever de forma relevante, para o público certo e no tom correto é entendendo quem é sua audiência. Dependendo de onde seu público está, você poderá incluir expressões locais ou se estiver escrevendo para o grande público seja específico como em questões de moedas. Se forem dólares americanos, especifique desta forma. Se for Cardiff no país de Gales, diga desta forma, pois há Cardiff na Nova Zelândia e outros países.

  2. Decida: por que você quer escrever?

    Relacionado à dica anterior, assim como conhecer para quem você está escrevendo, saiba para que você está escrevendo para eles. É para que eles registrem-se em algo, perduadí-los a comprar alguma coisa, fornecer informações ou levá-los a assinarem alguma coisa?

    Sua resposta a estas questões irão determinar por que você escreve.

  3. Manchetes

    Uma manchete bem pensada e clara pode aumentar em até quatro vezes o interesse do que uma pobre. Manchetes não devem ultrapassar 7 palavras e devem ser escritas no presente.

  4. Caixa alta

    Evite usar TUDO EM CAIXA ALTA para que seu texto não fique 57% mais comprido de ser lido. Evite também que cada palavra comece com letra maiúscula em seus títulos.

  5. Escolha as palavras certas

    Certas palavras podem atrair a atenção do leitor, enquanto outras podem distraí-lo. Palavras que as pessoas gostam incluem pensativo, imaginação, progresso e ambição. Palavras menos populares incluem disputa, fracasso, fraqueza e extravagante.

    Use contrações. Isto é, use “you’re” ao invés de usar “you are” e “doesn’t” ao invés de usar “does not”. Algumas pessoas acham que as contrações empobrecem o inglês, elas dão ao texto um ar menos formal e mais descontraído que é frequentemente o tom de voz e o estilo necessários para a web.

  6. Siglas

    Evite usá-las se possível. Seria leviano assumir que todas as pessoas que visitam o seu site entenderiam o significado de qualquer acrônimo que você use. Entretanto, isto está relacionado ao conhecimento que você tem de sua audiência. A mesma regra é aplicada aos jargões, evite sempre que possível eliminando complexidades desnecessárias.

  7. Pontuação

    Minimize a pontuação o melhor que você puder. Sinais de pontuação podem ser difíceis de se discernir em telas, especialmente o ponto e vírgula, portanto tente usar vírgula e frases mais curtas.

  8. Links eficientes

    As palavras que são links tendem a sobressair ao texto comum, portanto seja relevante e motive o usuário a partir para a ação e clicar. Eu não gosto de “clique aqui”, mas se for usado, será mais eficiente se acrescido de algumas informações contextuais, por exemplo “clique aqui para solicitar um empréstimo”. Desta forma o usuário saberá exatamente para onde será direcionado.

  9. O comprimento certo

    Mantenha suas frases curtas. Se estiverem muito longas o interesse do leitor irá diminuir e sua mensagem ficará confusa. Uma regra prática é que as frases devem permanecer entre 15 a 20 palavras de comprimento. Por gentileza, não conte todas as minhas frases neste artigo, no caso de que eu tenha quebrado esta regra!

    Parágrafos devem ter no máximo 5 linhas de comprimento ou profundidade. Além disso, uma boa medida para menter-se assim é que não deve haver mais de 3 sentenças por parágrafo.

    Torne o seu texto mais digestível usando sub-seções, títulos e listas quando apropriado. Se usar listas, tente não ultrapassar 6 itens em cada uma.

  10. Revisão

    Outro ponto óbvio mas nem sempre levado em conta. Revisão e edição devem ser algo natural quando se começa a escrever. Se um usuário está concentrado em seu texto e aparece um erro é provável que imediatamente haja uma quebra de conexão entre ele e o seu site.

*

Só para lembrar… regras foram feitas também para serem quebradas!!! hahahahaha

A regra máxima é seja relevante. Se você sabe o que está fazendo, se você sabe por que está fazendo, não exite: quebre as regras! Bem, talvez, antes de sair por aí escrevendo que nem doido, seja bom conhecer as regras… se não você nem sabe se as está seguindo ou quebrando!!!

:)

Quem gostar do tema pode ver o que tenho guardado no meu delicious!

bjs,
ana laura

Redes sociais e empresas

Posted on novembro 27, 2009

bem… ainda na ressaca do balde de água fria de ontem, quando sou que a palestra vai ficar para janeiro…

só mere sta dar uma excelente dica para a galera que gostaria hoje de saber sobre viabilizar negócios na web.

minhas palavras vem em janerio, hoje fala Roberto aLoureiro:

divirtam-se! bom findi!

bjs,
ana laura

Cidadanias e Redes Digitais #4

Posted on novembro 20, 2009

[continuação]

[sobre a dominação das rádios, o que era livre e de todos passou a ser "pago/patrocinado" e pertencente a um monopólio
tim wu cita como exemplo a AT&T]

- AT&T:
• começa a transformar o rádio para um modelo mais comercial
• cria uma transmissão nacional além da local
• poder da centralização
• vira NBC
• usa o rádio para trasmitir sua ideologia [em cadeia nacional... você conhece alguma outra empresa que faça isso?!]

- a radio nazista usa o mesmo desenho de “centralização totalitária” da AT&T

- por isso é TÃO importante a neutralidade da rede!

- o que você recebe [lê, escuta, vê] determina o que você se torna

- a internet está entre a fase da abertura e da dominação
[lembrando: invenção > fundamentação > abertura > dominação]

- é preciso evitar o cartel e o monopólio

- é preciso fazer diferente!

*

fim da apresentação do tim wu, mas tem mais cidadania e redes digitais!

*

uma apresentação sobre a história do rádio na américa, para contextualizar melhor a fase de dominação pela qual o rádio passou por lá.

early radio history

View more documents from mike05.

bjs,
ana laura

Cidadanias e Redes Digitais #3

Posted on novembro 19, 2009

[continuação]

- sobrevivência de uma tecnologia:

• Graham Bell [na verdade Antonio Meucci] inventa o telefone [o inventor morre e a tecnologia permanece]

• Western Union critica violentamenta o telefone

[coleção de frases: "Esse tal de telefone tem muitas deficiências, para ser considerado seriamente como um meio de comunicação. O aparelho não tem nenhum valor que nos seja inerente." (Memorando interno da Western Union, em 1876)]

[aqui é legal, pois a empresa de Graham Bell, em 1879, compra a WU... tá na wikipedia...]

- as novas tecnologias nascem às sombras das grandes empresas

- thomas edison e a indústria cinematográfica:
• cartel da indústria do cinema
• filmes duram 10 minutos
• atores não tem crédito
• tudo o que pode ser remotamente perigoso é banido [isso vale para qualquer coisa e lugar !! ]

[mais coisas sobre isso: wikipedia, suas invenções, aqui uma versão legal, o site sumiu, só tem o cache do google]

- as consequências do império da informação

- monopólio da comunicação [hitler que o diga...]

- o governo pode ser comparado às grandes indústrias…

- quem desafiou o cinema de 10 minutos?
fox | paramount | warner | universal

- quebra constante do império da informação

- paralelo com a neutralidade

- nos anos 20 os broadcastings eram das rádios:
• baixo custo
• só para conversar
• discurso + familiar, + íntimo (no caso dos políticos)
• não haveria gritaria, todos seriam razoáveis [uma alusão do efeito do uso do microfone: não é necessário gritar]
• a humanidade ficaria mais inteligente [mais gente ouvindo, mais comunicação = mais inteligência... a gente sempre acha isso...]

- logo após este período, o rádio foi dominado por algumas indústrias
[isto reforça a idéia de: invenção > fundamentação > abertura > dominação]

eu escrevo + sobre isso amanhã!

bjs,
ana laura

ps – para saber mais sobre cinema:

*

*
aqui um paralelo do que acontecia no rádio no brasil