webD+
web, tecnologia, comportamento e diversãoGraffiti Analyzer
Posted on janeiro 08, 2010um programa criado em software livre, vendido na Apple App Store, que tem site para baixar de graça… e não bastasse é absolutamente fantástico!!! grafite 3D no iphone!! e pode salvar e baixar depois, e quem não tem iphone, baixa o programinha no PC e tudo bem… fala sério… D+
duvida? assista…
o começo da história você confere aqui:
Graffiti Analysis 2.0: Digital Blackbook from Evan Roth on Vimeo.
… sem palavras…
… este também é parte do projeto…
The Eyewriter from Evan Roth on Vimeo.
… fala sério… se quiser brincar:
Graffiti Analysis 2.0 Playback Screencast from Evan Roth on Vimeo.
http://www.graffitianalysis.com/
http://graffitianalysis.com/downloads/
divirtam-se!
bjs,
ana laura
O profissional web e a acessibilidade – Patrick Sinclair
Posted on dezembro 14, 2009O papo é com uma pessoa 1/2 a 1/2 – Patrick Sinclair.
Isso porque ele é metade português e metade inglês.
Bem, o fato é que esta mistura o fez inteiramente gentil, simpático, educado e inteligente, muito inteligente!!!
Patrick é engenheiro de software na BBC, mais especificamente nos projetos de áudio e música. este programador já fez muita coisa na vida e trabalhou bastante para boa parte do sucesso da BBC na web que são os dados correlacionados (aqui o próprio patrick explica um pouco sobre o assunto e aqui o tiago dória faz um resumo sobre o assunto). este ano ele esteve na primeira conferência web w3c brasil falando sobre este trabalho (slides da palestra propriamente dita, material gravado na iptv cultura em 25/11 #1, material gravado na iptv cultura em 25/11 #2, material gravado na iptv cultura em 25/11 #3, e um resumo de rafael tosta sobre o tema).
Assistindo sua palestra, fique com a impressão que era tudo muito ligado à acessibilidade e usabilidade… Fiquei pensando também qual seria o perfil daquele moço, era um programador muito diferente dos que estava habituada a encontrar. Sendo assim, combinamos umas perguntas por email e o que segue são suas respostas.
Ah, aqui estão os links enviado pelo Patrick, antes mesmo que eu enviasse as perguntas, que são referentes ao trabalho de acessibilidade nos projetos da BBC. Uma das perguntas vai fazer referência à eles… Se preferir, dê uma olhada antes.
(Uma parte eu já divulguei em outro post… Mas tem coisas que valem a pena ser repetidas!)
Estes sao ums blog posts que o Michael Smethurst (@fantasticlife no twitter) escreveu sobre acessibilidade que sao capaz de ser uteis:
http://www.bbc.co.uk/blogs/radiolabs/2009/03/designing_for_your_least_able.shtml
http://www.bbc.co.uk/blogs/radiolabs/2009/01/how_we_make_websites.shtml
Aqui estao ums sitios sobre as standards and guidelines que sao usadas no site da BBC:
http://www.bbc.co.uk/guidelines/futuremedia/desed/visual_language.shtml
http://www.bbc.co.uk/guidelines/futuremedia/accessibility/
Deixo aqui, antecipadamente, o meu muitíssimo obrigada ao @metade, que por inteiro é muito giro!!
***
[iniciando suas respostas... ]
Vou tentar responder as suas perguntas… A coisa para lembrar e que isto e a perspectiva do nosso departamento na BBC que foi usado para construir os sites de /programmes e /music.
> o que você pensa da mistura programador + designer = deviner (developer + designer)?
Eu acho que depende da escala dos projectos – um deviner de certeza
pode construir sites espectaculares mas haverá áreas em que não se
pode aprofundar em termos de escala, performance, etc… e.g. para um
Flickr ou um Facebook será preciso grandes conhecimentos de engenheira
de software para conseguir escalar para tantos utilizadores.
> este é um perfil desejado para o profissional de planejamento Web?
Pois, depende da escala. Para projectos pequenos-médios é fabuloso
porque não é preciso de tanto overhead em comunicação, a visão vem
toda da mesma pessoa e assim pode ser feito grandes trabalhos.Mas para sites de maior dimensão será preciso especialidades mais focadas.
> falando especificamente da sua rotina na BBC…
> as regras são mesmo legais?
> não são chatas e acabam cortando a criatividade?
> as equipes brigam com as regras ou elas já estão “no sangue”, ou seja, todo mundo segue naturalmente?
Sim, as regras em termos de acessibilidade etc são levadas bastante
seriamente – temos uma audiência enorme e diversificada e por isso
temos de suportar todos os nossos utilizadores, não há mesmo maneira
de evitar isto.As vezes chegam a cortar com a criatividade, mas há tb há praticas que
se podem usar, e.g. graceful degradation.Por causa da maneira que a BBC é licenciada, todos temos a noção da
razão das regras (i.e. acessibilidade), por isso geralmente pode-se
dizer que esta no nosso sangue!
> e com relação ao fluxo de trabalho?
> a equipe é muito grande?
> é interdisciplinar?
Geralmente para o nosso departamento há equipas interdisciplinares de
+/- 6 pessoas:
* 1 technical project manager
* 1 designer
* information architect
* 1 client side developer (responsável pelo html, css, javascript)
* 2 software engineers (responsável por base de dados, codigo etc)
> e você? o quanto você sabe de cada coisa?
Eu sou programador, mas talvez tenha uma certa aptitude para
information architect.
> quais linguagens, tecnologias, psicologias e filosofias você sabe para
> realizar o seu trabalho?
> … se é que precisa de tanta coisa assim
Nos usamos:
* SCRUM como metodologia de project management
* Domain driven design para a concepção dos sites de /music e /programmes
* Ruby e Perl para programação (embora que uma plataforma nova usando
Java e PHP esta a ser introduzida)Não sei se há muito mais! Senso comum?
**
novamente um grande obrigada ao patrick por sua generosidade em responder tão prontamente à minhas questões!
bjs,
ana laura
interação gestual
Posted on dezembro 11, 2009a tecnologia de interatividade através de gestos já vem sendo bastante pesquisada e utilizada… neste caso, uma nova teoria na construção do “monitor” possibilita outros tipos de interação… ainda em fase de pesquisa, mas é muito bacana!
quem quiser conhecer a tecnologia, acompanhe o vídeo desde o início. quem quiser conhecer apenas suas possibilidades, pule direto para o tempo 3:48 (demo).
leia mais sobre o assunto aqui.
é… estamos cada vez mais perto de “minority report”…
ps -a tecnologia proposta pelo MIT…
• é diferente de tecnologia multitouch (no vídeo não vemos múltiplos toques… ):
• tem um resultado parecido com o do projeto natal da microsoft, mas a tecnologia é diferente:
• quais as possibilidades deste tipo de tecnologia para as pessoas que possuem qualquer tipo de deficiência ou limitação?
bjs,
ana laura
quando implementar melhorias tecnológicas em projetos web?
Posted on dezembro 10, 2009ó duvida cruel…
estamos já com uma porção de gente usando HTML5, mas nem está homologado ainda…
já tem uma porção de gente usando o CSS3, mas também não está fechado ainda…
somos _mesmo_ a sociedade imediatista da qual o gil giardelli tanto fala… ô dó…
*
bem, tratando-se de projetos web, temos que lidar com a realidade, sempre! o quanto nos custa tanta velocidade? é viável?
para nos ajudar a responder a estas questões é sempre bom lembrar que os navegadores que usamos estão também caminhando nesta direção… portanto o uso das novas tecnologias deve estar sempre de olho nas tabelas de referências de compatibilidade de tecnologias que relacionam “o-que-funciona-na-onde”. com as listadas abaixo:
- http://a.deveria.com/caniuse/
- http://www.quirksmode.org/css/contents.html (bastante atual, inclui chrome)
- http://westciv.com/wiki/CSS_Compatibility_Guide (inclui iPhone)
- http://www.deepbluesky.com/blog/-/browser-support-for-css3-and-html5_72/ (indica especificamente navegadores x comandos)
- http://sixrevisions.com/infographics/performance-comparison-of-major-web-browsers/ (esta simplesmente compara, genericamente os navegadores)
outro lembrete importante é: não obrigue o seu usuário a atualizar-se… tem gente que nem sabe o que é um navegador!! conheça o seu público!
acho que já disse isso umas dezenas de vezes… mas este sempre é o ponto mais importante. sua geladeira não fica pedindo para você fazer nada, ela dica apenas lá, funcionando. a tecnologia deve ser transparente para o usuário.
com estas duas idéias na cabeça fica mais fácil tomar determinadas decisões.
agora, se você ainda está em dúvidas… fique tranquilo, dúvidas todos temos!
bjs,
ana laura
Escrevendo para a web
Posted on dezembro 07, 2009Bem, como eu adoro o tema, este artigo veio bem a calhar…
Tradução do artigo da carsonified, rob mills.
Escrevendo para a Web.
Escrever para a web é um desafio. Existe o problema comum de restrição ao comprimento das palavras, o fato dos usuários darem uma olhada por cima antes de ler cada palavra e, ocasionalmente, diretrizes de estilos que devem ser respeitadas.
Existem dicas on-line suficientes para que você fique lendo por mais tempo do que gostaria. Aqui estão as 10 dicas que foram mais úteis para mim:
Conheça o seu público
Pode paracer óbvio, mas é melhor garntir. A única maneira de escrever de forma relevante, para o público certo e no tom correto é entendendo quem é sua audiência. Dependendo de onde seu público está, você poderá incluir expressões locais ou se estiver escrevendo para o grande público seja específico como em questões de moedas. Se forem dólares americanos, especifique desta forma. Se for Cardiff no país de Gales, diga desta forma, pois há Cardiff na Nova Zelândia e outros países.
Decida: por que você quer escrever?
Relacionado à dica anterior, assim como conhecer para quem você está escrevendo, saiba para que você está escrevendo para eles. É para que eles registrem-se em algo, perduadí-los a comprar alguma coisa, fornecer informações ou levá-los a assinarem alguma coisa?
Sua resposta a estas questões irão determinar por que você escreve.
Manchetes
Uma manchete bem pensada e clara pode aumentar em até quatro vezes o interesse do que uma pobre. Manchetes não devem ultrapassar 7 palavras e devem ser escritas no presente.
Caixa alta
Evite usar TUDO EM CAIXA ALTA para que seu texto não fique 57% mais comprido de ser lido. Evite também que cada palavra comece com letra maiúscula em seus títulos.
Escolha as palavras certas
Certas palavras podem atrair a atenção do leitor, enquanto outras podem distraí-lo. Palavras que as pessoas gostam incluem pensativo, imaginação, progresso e ambição. Palavras menos populares incluem disputa, fracasso, fraqueza e extravagante.
Use contrações. Isto é, use “you’re” ao invés de usar “you are” e “doesn’t” ao invés de usar “does not”. Algumas pessoas acham que as contrações empobrecem o inglês, elas dão ao texto um ar menos formal e mais descontraído que é frequentemente o tom de voz e o estilo necessários para a web.
Siglas
Evite usá-las se possível. Seria leviano assumir que todas as pessoas que visitam o seu site entenderiam o significado de qualquer acrônimo que você use. Entretanto, isto está relacionado ao conhecimento que você tem de sua audiência. A mesma regra é aplicada aos jargões, evite sempre que possível eliminando complexidades desnecessárias.
Pontuação
Minimize a pontuação o melhor que você puder. Sinais de pontuação podem ser difíceis de se discernir em telas, especialmente o ponto e vírgula, portanto tente usar vírgula e frases mais curtas.
Links eficientes
As palavras que são links tendem a sobressair ao texto comum, portanto seja relevante e motive o usuário a partir para a ação e clicar. Eu não gosto de “clique aqui”, mas se for usado, será mais eficiente se acrescido de algumas informações contextuais, por exemplo “clique aqui para solicitar um empréstimo”. Desta forma o usuário saberá exatamente para onde será direcionado.
O comprimento certo
Mantenha suas frases curtas. Se estiverem muito longas o interesse do leitor irá diminuir e sua mensagem ficará confusa. Uma regra prática é que as frases devem permanecer entre 15 a 20 palavras de comprimento. Por gentileza, não conte todas as minhas frases neste artigo, no caso de que eu tenha quebrado esta regra!
Parágrafos devem ter no máximo 5 linhas de comprimento ou profundidade. Além disso, uma boa medida para menter-se assim é que não deve haver mais de 3 sentenças por parágrafo.
Torne o seu texto mais digestível usando sub-seções, títulos e listas quando apropriado. Se usar listas, tente não ultrapassar 6 itens em cada uma.
Revisão
Outro ponto óbvio mas nem sempre levado em conta. Revisão e edição devem ser algo natural quando se começa a escrever. Se um usuário está concentrado em seu texto e aparece um erro é provável que imediatamente haja uma quebra de conexão entre ele e o seu site.
*
Só para lembrar… regras foram feitas também para serem quebradas!!! hahahahaha
A regra máxima é seja relevante. Se você sabe o que está fazendo, se você sabe por que está fazendo, não exite: quebre as regras! Bem, talvez, antes de sair por aí escrevendo que nem doido, seja bom conhecer as regras… se não você nem sabe se as está seguindo ou quebrando!!!
Quem gostar do tema pode ver o que tenho guardado no meu delicious!
bjs,
ana laura
Quer a verdade sobre SEO? Esteja linkado!
Posted on dezembro 04, 2009Este é o segredo… Não acredita?
veja as dicas de:
e de:
fica aqui o meu grande agradecimento pela atenção do Patrick Sinclair (que vai ganhar post especial na semana que vem), da BBC, que enviou a dica “Designing for your least able user“, como diz o slide 48: “share the love”! always!!
bjs,
ana laura
ps – só apra lembrar… muitas das dicas de construçào de páginas válidas para o bilionário cego google também são fundamentais para acessibilidade…
03 de dezembro – Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
Posted on dezembro 03, 2009#acessibilidade
no parágrafo abaixo há um texto:
este é um texto que só será acessível para cegos. isso porque o leitor de tela lê o que está no código da página, ele não liga a mínima que estou escrevendo um texto branco com fundo branco !!! lembro do MAQ (da acesso digital) ter contado esta história uma vez, só que era texto preto e fundo preto… hehehe
hehehehehe
este é o princípio usado pelo site do w3c brasil para sensibilizar as pessoas para a acessibilidade! na hora do almoço era uma página toda preta, onde você só enxerga o que era iluminado ao pressionar a tecla TAB. agora está tudo com a letra bem grandona! (a míope de carteirinha que vos escreve achou o máximo!)
já declarei o meu amor e respeito ao trabalho da equipe do acesso digital (e também à equipe propriamente dita! te amo leda!! você é D+) e este é e será sempre um tema recorrente por aqui… ao menos enquanto for necessário… espero que um dia a acessibilidade passe a ser tão normal que não será mais necessário criar um dia só para ela!!!
limitação todos temos, ou teremos… não pense que é apenas “uma pequena parcela da população com necessidades especiais”. eu estou ficando velha, mas todos vocês também estão!!! hahahaha respeito é a palavra de ordem, por quem fomos, somos e seremos. e vale para o outro também!
meu eterno amor e comprometimento à causa.
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o vídeo da vez é o francês:
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o vídeo de sempre é da acesso digital:
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um blog muito legal: http://www.lincolntavares.blogspot.com/
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o fantástico MAQ _ me emocionei muito ao encontrá-lo pela primeira vez, perna bamba e tudo! hahaha: http://bengalalegal.com/index.php
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o eterno genial: http://blindtube.com.br/
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e mais tudo o que eu já disse por aqui, no webD+
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bjs,
ana laura
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em tempo: olha só que o modelo “apagão” voltou e deu tempo de um “print-screen” básico
1 conferência web w3c brasil – alguns dados
Posted on novembro 25, 2009foi D+ !!
uma das coisas que me impressionou foi a participação pelo twitter… perdemos só para o presidente!!
neste momento estavam acontecendo o painel “a web como fenômeno social e objeto de estudo”, com wagner meira, simone barbosa, sergio amadeu e daniel schwabe e o tutorial “metodologia para avaliação de acessibilidade em sites”, com leda spelta e horácio soares.
estava moderando o chat muito quente sobre o painel e acompanhando o que acontecia na sala ao lado pelo twitter… quase infartei quando os tuites narraram a emoção do apagão e da navegação somente com leitor de tela… pude sentir a emoção da galera. isso tudo só aumenta minha paixão pela leda, o horácio e o trabalho maravilhoso que eles fazem!! só faltou o MAQ!!
enquanto o horácio não coloca a palestra no site dele, vamos curtindo por aqui:
(o link da palestra foi enviado por twitter… D+)
a grande dica é que padrões e acessibilidade andam de mãos dadas!
acredito que o lado da acessibilidade é o ganho mais significativo e palpável de se trabalhar com um código limpo e dentro dos padrões… e quem duvida que além de tudo estes projetos ainda nõa possam ser bonitos, visitem os sites da BBC!!
acompanhem o que mais rolou na conferência pelo site: http://conferenciaweb.w3c.br/programacao.
vamos esperar ansiosos pela próxima no ano que vem!
bjs,
ana laura
As novidades da AI – Thais Campas
Posted on novembro 12, 2009foi muito legal no evento WVA ver o nome da Thaís Campas. uma alegria! já havia assistido a uma palestra dela a alguns anos tempos atrás, aliás, foi através dela que conheci e me apaixonei pelo tema da arquitetura da informação, navegabilidade, usabilidade e acessibilidade.
bem, vamos às anotações…
o exemplo utilizado na palestra foi o canal vivo: novo layout, nova arquitetura (taxonomia de navegação), novo design de informação e novas regras de publicação (como colocar uma promoção ou um banner).
aqui a “novidade” é por conta da taxonomia de navegação, o bom e velho problema de usar termos que são relativos à empresa e não ao cliente. isso acontece com o vocabulário e a arquitetura da informação também. o erro é ficar valendo a ordem da empresa e não a necessidade do cliente.
testes de usabilidade – fundamentais mais do que nunca:
• card sorting – não é capaz de detectar problemas simples
• análise de contexto de uso [não sei ao certo o nome deste teste, mas é onde um acompanhante vai solicitando as informações do usuário e questionando o tempo todo: o bate papo é intenso... sem indução, apenas conversando e observando]
- experiência do usuário ligada à experiência de uso do site
- organização da empresa não passa para o usuário [no sentido de que a empresa não consegue deixar claro para o usuário seus objetivos]
- neste teste é super importante:
- questionar o usuário o tempo todo
- observar o usuário o tempo todo
um dos erros mais comuns em sites: usar termos e taxionomias que o usuário não entende.
sobre enquetes: usuários manipulam enquetes na internet.
usuários criam personas para navegar na web… não necessariamente equivalentes ao real.
o usuário diz o que pensa na web – muitas vezes ele “acaba” com uma marca.
SIM – a web pode acabar com uma marca [que o diga a uniban...].
política de conteúdo: estabelecer uma estratégia de negócio.
caem os paradigmas da comunicação formal como temos aplicado durante décadas e décadas…
um para um -> um para muitos -> muitos para muitos.
acabou: falta de diálogo, mensagem e conceito fechados / direcionados.
a mensagem [qqr projeto online] agora tem respaldo em pesquisas de audiência e testes de usabilidade.
a comunicação é interativa, sem controle, de mão dupla. [quais empresas estão dispostas a pagar este preço?]
muitas empresas não são tranparentes nem no seu modelo real de negócio, como o ser na Web?
projeto web > chegar no modelo mental do usuário.
user experience:
- respostas do usuário
- focus group (pode não dar respostas muito significativas)
- usabilidade de inspetoria
- experiência integrada do usuário:
- contexto de uso
- cenário de uso
- affordance
qual é a utilidade que a interface tem NA HORA do uso.
affordance: real ou percebida.
equipe do projeto web – participar da construção do produto [comprometimento].
a inovação já faz parte do repertório de uso do usuário -> ex.: interação entre usuários e comunidades.
*
palestra de outro evento, mas muito legal, peincipalmente com relação ao termo affordance:
bjs,
ana laura
Ministério da educação amplia a inclusão: programa de conversão texto -> áudio
Posted on julho 02, 2009
não gosto muito de indicar coisas que não testei, mas não vi o menor sentido em esperar para testar e divulgar!
galera: vamos testar juntos!!!
explicando:
o ministério da educação está distribuindo o programa MecDeisy, para conversão de texto em áudio. tem versão windows e linux. é baixar e testar! achei muito bacana!!! agora é ver se funciona legal e sair indicando!!
baixar o programa: http://intervox.nce.ufrj.br/mecdaisy/windows/v_1.0_r572/
bjs,
ana laura








