webD+
web, tecnologia, comportamento e diversãoA emoção de “ver”
Posted on outubro 25, 2011Confesso que me lembrei na hora desta foto, tirada no Castelo de São Jorge, em Lisboa, Portugal.
Procurei mas não achei nem o nome do autor nem da dona desta bela bunda… Fala sério…
Mas a bunda é só para começar… De verdade queria fazer um convite para vocês lerem este belíssimo artigo de um cara que, com todo respeito, amo de paixão do fundo do meu coração! Lembro até hoje o tanto que fiquei nervosa o dia que fui conhecê-lo, já faz uns anos… Tremia mais que vara verde. Ele, junto com a Lêda Spelta e toda a equipe da Acesso Digital, são uma grande referência sobre acessibilidade.
Hoje e sempre, super, super, super obrigada MAQ!
Divirtam-se com o texto:
As Nádegas que me Levaram à Arte.
bjs,
ana laura
Nós não estamos desenhando posters
Posted on agosto 30, 2011Muito legal a abordagem desta apresentação.
Fala de uma web que não é mais estática… em mais de um sentido!
divirtam-se!
bjs,
ana laura
A história do botão
Posted on março 28, 2011pesquisando para um post que vai sair, já, já, no blog do grupo Adobe FireworksBR, dei de cara com essa apresentação contanto a história do botão… Mas não é o que está na sua camisa ou calça, é aquele que você aperta: campainha, no telefone, para ligar o computador… a gente nem imagina o tanto de design e tecnologia já passou por um simples botão!
Novidade: Google Recipe
Posted on fevereiro 25, 2011
mais uma novidade do mestre google…
um buscador exclusivo para receitas online: http://www.google.com/landing/recipes/, mas está ativo apenas para a busca em idioma inglês… nós brazucas ainda teremos que esperar.
mas…
(e sempre tem um mas…)
não custa nada ir se preparando!!
ueba, isso mesmo. o google dá as dicas de como preparar o seu site de receitas para estar de acordo com o mecanismo de busca e filtros disponíveis:
http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=173379
fiquem atentos principalmente aos microformatos… esses são os caras!
bjs,
ana laura
ps – via rádio CBN – daniela braun – obrigadinha
Por uma vida com equipamentos mais simples
Posted on maio 28, 2010depois de uma longa jornada pelo estado de são paulo eis-me aqui!!!! i’m back!!!!
e o presente de sexta feira agrada aos que adoram o tema usabilidade / acessibilidade, além dos que amam os animais… gatinhos em especial!!!
The Drawing Board: Feeding the Cats from Cooper Journal on Vimeo.
ok, está em inglês… mas pelas figurinhas dá para entender… a moral da história é que as coisas feitas da forma mais simples e focadas no “para que isso serve” é a melhor saída para criar qualquer coisa!!!
bjs,
ana laura
ps – um beijo no coração de toda a galera que acompanhou o road show 2010 do senac!! super, super obrigada pelo carinho de todos!!!
Interatividade gestual – novos produtos
Posted on março 19, 2010afff…
isso é D+ !!!!
imagina a acessibilidade disso!! sem tocar!! será que vai ter comando de voz também?
este produto ainda não existe, é um protótipo apresentado na feira 3GSM Mobile World Congress em Barcelona. mas está a busca de parceiros da indústria, quem se habilita? Gesture Cub
bjs,
ana laura
construindo dados linkados
Posted on fevereiro 25, 2010esta semana estava indo tudo tão levinho… sir patrick sinclair me quebrou:
não dá para deixar passar… este é um tema muito, muito legal. muito embora seja também muito, muito técnico.
aqui uns slides que gostei muito, mais filosóficos sobre o tema…
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navegando pelos links… encontrei dois que são bons para começar o assunto:
SchemaWeb
SchemaWeb is a directory of RDF schemas expressed in the RDFS, OWL and DAML+OIL schema languages.
SchemaWeb is a place for developers and designers working with RDF. It provides a comprehensive directory of RDF schemas to be browsed and searched by human agents and also an extensive set of web services to be used by software agents that wish to obtain real-time schema information whilst processing RDF data.
RDF Schemas are the critical layer of the Semantic Web. They provide the semantic linkage that ‘intelligent’ software needs to extract value giving information from the raw data defined by RDF triples.
Business Model for the Semantic Web (Tim Berners-Lee, 2001)
Enterprise Application Integration and other stories
Why, when XML gives us interoperability, do we need the Semantic Web?
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vou ter que estudar mais sobre o assunto. é muito bacana. tenho visto muito coisa sobre BD e XML, técnico demais, mas o lado filosófico é bem legal. fácil para pessoas e máquinas!
beijos ao patrick e parabéns pelo excelente trabalho!!
bjs,
ana laura
usabilidade na terceira idade
Posted on fevereiro 08, 2010olha só que legal! bem quando eu havia acabado de elogiar minha titia fofa, olha só a dica do horárcio soares sobre usabilidade para a terceira idade.
http://www.ivogomes.com/blog/testes-de-usabilidade-com-utilizadores-idosos/
- Não fazem muito scroll. A rodinha do rato é quase inexistente e nas raras ocasiões em que fazem scroll, vão com o rato “pegar” na barra de scroll para a mover;
- A precisão de movimentos é muito baixa. Só para terem uma ideia, o acto de seleccionar uma checkbox é bastante difícil. Os próprios links em texto são difíceis de clicar. Reparei que ao clicarem, estes utilizadores movem ligeiramente o rato para baixo, o que faz com que o ponteiro se desloque do ponto inicial onde deveria ser feito o clique. Às vezes foram precisas 3 tentativas para conseguirem acertar num link (os links testados tinham 11px de altura);
- Os “date pickers”1 são para esquecer. Causam mais confusão do que se tivessem que inserir a data manualmente. Houve um utilizador que tentou usar os números no “date picker” para inserir a data, por exemplo, para o dia 16 clicou no número 1 e depois no 6;
- As janelas modais, em alguns casos, fizeram com que os utilizadores pensassem que tinham feito algo de errado. O facto de lhes aparecer uma janela à frente vinda do nada causa-lhes a sensação de que aconteceu algo que não estavam à espera;
- Ao fechar uma janela modal, já não sabiam onde estavam na página anterior. Por exemplo, se estivessem a preencher um formulário e um dos campos abrisse uma janela modal para seleccionar uma opção, ao fechar a janela perdiam-se e já não sabiam o que fazer a seguir;
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aqui um jump para duas pesquisas de 2004 e 2005 sobre o tema – usabilidade para a terceira idade (em inglês).
- http://www.theuxbookmark.com/2009/09/usability-engineering/designing-web-sites-for-older-adults-expert-review-of-usability-for-older-adults-at-50-web-sites/
- http://www.theuxbookmark.com/2009/09/accessibility/designing-web-sites-for-older-adults-a-review-of-recent-relevant-research-2004
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na busca por mais informações, o papa da usabilidade, jacob nielsen, tem um material… de 2002. mas ainda tem coisa que presta por lá:
http://www.useit.com/alertbox/seniors.html
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aqui uma check-list bacana:
http://www.labiutil.inf.ufsc.br/acessibilidade/index.htm
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e como não poderia faltar, a palavra de uma das maiores especialistas, lêda spelta:
http://acessodigital.net/art_acessibilidade-web-7-mitos-e-um-equivoco.html
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será que agora a gente já consegue criar coisas com carinho para estes nossos amores?!
bjs,
ana laura
interação humano computador – para leigos
Posted on janeiro 21, 2010sempre brinco que não existe geladeira com ziper, porque a geledeira não é uma interferência entre a minha fome e a minha comida… é uma interface. o papel da geladeira é guardar a comida fresquinha e abrir da forma mais simples para que eu resolva meus problemas com minha larica.
muitas vezes a gente olha um objeto e não sabe para que ele serve… não sabe interagir com ele. a ciência da interação estuda exatamente isso, como melhorar as interfaces nos computadores para acessarmos de forma melhor! isso passa pelo nível intelectual, cognitivo, além das deficiências físicas temporárias ou permanentes. atravessa todos os campos, pois os computadores estão presentes em todos os lugares, não é mesmo?! na EaD, aprendemos pela web… por isso há o estudo da interação instrucional, como interagimos para aprender? adoro o tema, mas ele é muito extenso e complexo… aqui uma pitada:
A interface homem/máquina ou IHC é a interface software, hardware ou ambas entre o hardware/sistema e o usuário. A IHC suporta recursos de interatividade e comunicação entre o sistema e o usuário.
A interface social ou IS é a interface entre usuários que é mediada ou suportada pela IHC. A IS é a interface colaborativa, formadora de comunidades e existe num nível mais abstrato como uma qualificação quase sociológica da IHC.
acessibilidade, navegabilidade, usabilidade e até mesmo a arquitetura da informação fazem parte dos estudos que nos levam a interagir melhor com os sistemas, principalmente os de computador.
agora quer surtar? se você navega pela Web com banda larga… visite: http://www.andreaslutz.com/
aqui no web D+ tem mais sobre interação: interação gestual, graffiti analyser.
bjs,
ana laura
arquitetura da informação – para leigos
Posted on janeiro 20, 2010saleiro e pimenteiro _ abraço _ anjo&diabo
o que você achou destes conjuntos de sal e pimenta? lindinhos? práticos? estilosos? cumprem a função?
e que tal este estádio, parece com o que você conhece? aquele do jogo do domingo…
esta casa… já sei: é a sua casa de campo!
são formas diferentes de coisas que a gente já conhece, um saleiro e um pimenteiro, um estádio e uma casa… correto?
tanto o design quanto o arquiteto sabem fazer uma coisa muito bem: planejar e nos fazer ficar de queixo caído! ao menos os bons. e sabe o que mais? ambos tem um foco único: pessoas. estes “objetos” mexem com nossas sensações sem comprometerem a eficiência a qual se destinam. tudo bem que há exceções, sempre há.
e o que o arquiteto da informação tem a ver com isso? tudo! ele também vai fazer um projeto e planejar para deixar a gente de boca aberta, mas a “coisa” com a qual ele trabalha é a informação, é o conteúdo. são textos, imagens e até mesmo a filosofia da empresa, sua missão e valores e suas estratégias de marketing. como agrupar e exibir todo este repertório em um website sem perder qualquer nuance e ainda, de quebra, mexer com nosso coração, é a tarefa do arquiteto de informação.
Arquitetura da Informação:
“A arte e a ciência de estruturar, organizar e classificar a informação para que o usuário possa encontrar e utilizar essa informação.”
Lou Rosenfeld, Information Architecture for the World Wide Web.
(do site: mercedes sanches)
bacana a definição, não é? quando não há arquitetura da informação, os links de uma página acabam escondendo os conteúdos e não estabelecendo uma relação entre eles e os usuários. quantas vezes você já não perdeu um tempão tentando achar alguma coisa em um site? pense em alguns produtos e veja se conseguiria saber onde estão em cada uma destas grandes lojas.
em caso positivo, já sabe que tem arquitetura da informação nestes projetos!
mesmo que o seu site seja pequeno, pense bastante na organização do conteúdo, como se fosse um grande projeto. pense no seu objetivo primário com o site, verifique se as palavras que você está usando são as mais adequadas ao perfil do seu público, veja se a organização de cada link é de fato a mais simples para se encontrar qualquer coisa.
e não custa nada fazer um teste para ver se está tudo em ordem depois!! mas isso já é tema para um outra hora!
bjs,
ana laura













